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Livros...
Começo este texto me desculpando com os amantes dos livros de auto-ajuda. Na minha opinião não existe coisa mais chata de que alguém me ditando como viver a minha vida, assim como alguns autores de livro de auto-ajuda fazem.
Não falo de livro de auto-ajuda sem embasamento, já li vários e na maioria o que observei foi o autor falando como viver, como amar, como falar, os autores parecem os verdadeiros reis do mundo. Eca!!!! Só para vocês terem uma idéia de como a coisa funciona vou dar um exemplo, lá em casa minha irmã e meu pai resolveram ler O Segredo, como se não bastasse assistiram o documentário.
Pronto, tudo que acontecia agora era culpa do pensamento positivo, das vibrações e coisa do tipo. O negócio estava tão sério que um certo dia esqueci um dinheiro na caixinha do correio, papai achou meu dinheiro e pensou que a força do seu pensamento tinha se materializado. Rsrsrs. É engraçado isso!!!
Acho lindo pessoas que possuem o dom do ensinamento como: Augusto Cury, Rhonda Byrne, Mark, Baker, Jonh Hunter . No entanto, podemos viver a vida, aprendendo com as situações, com as pessoas ao nosso lado, através de livros variados, bons filmes...
Deve ser chato e bem nostálgico girar o mundo em torno de livros de auto-ajuda, acaba de ler um, já coloca outro na bolsa do mesmo gênero só vai mudando o titulo: “O poder da atração”, “O Segredo”, “Nunca desista dos seus sonhos”...uiuiui.
Vamos saber dosar as coisas, sei que há pessoas espetaculares para falarem de determinado assunto. Porém, fazer de exemplos de outras pessoas uma filosofia de vida é frustrante.
Posso até indicar bons livros que passam mensagens maravilhosas como : Poliana, O décimo segundo anjo, Pássaros feridos, Caçador de pipas...
Viva mais, ame mais, apresente suas virtudes ao mundo, faça do seu jeito de ser, agir e pensar um novo modelo de vida, a ser também admirado.
Enfim, não adianta só ler esse tipo de livro se você não pratica os ensinamentos. Dessa forma, essa leitura se tornará uma droga, quanto mais você ler, mais dependente do outro você será..
Portanto, vivam a vida meus amigos....
Alice Albuquerque
Escrito por Alice Albuquerque às 11h54
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Olimpíadas
Olimpíadas 2008
Vivemos momentos de expectativa a espera da XXIX Olimpíada, um grande encontro de atletas do mundo inteiro na disputa por medalhas e prestígios. Porém, um fato tem tirado o sossego dos organizadores deste grande evento, os protestos contra a passagem da tocha em diversos paises.
Uma tradição histórica com referência nas lendas gregas esta sendo rompida. Segundo a mitologia grega Prometeu roubou o fogo de Zeus, o senhor do Olimpo, e deu aos humanos de presente. A passagem deste elemento sagrado ao homem é celebrado com a passagem da tocha de mão em mão, os gregos criaram a partir daí a corrida de revezamento. A tocha vai passando entre os atletas até o vencedor cruzar a linha de chegada.
Essa tradição contínua nos dias atuais, uma chama permanece sempre acesa durante as Olimpíadas como um sinal de pureza, razão e paz. No entanto, este ano o símbolo da tocha esta sendo apagado, isso mesmo, a viagem da chama pelos cinco continentes esta sendo marcada por conturbados protestos dos paises que divergem politicamente a China, Pequim será sede dos jogos Olímpicos.
Pequim foi eleita cidade olimpica em 13 de Julho de 2001, durante a 112ª reunião do COI em Moscou, deixando para trás Toronto, Paris, Istambul e Osaka. Uma vitória merecida, sabemos que o país possui atributos necesserios para sediar um evento desse porte.
As tentativas de apagar a tocha poderia até virar uma nova modalidade esportiva “apagamento da tocha olímpica”, seria um tanto irônico e bem engraçado. No entanto, o espirito esportivo deve prevalecer a Olimpíada é uma oportunidade de unir em prol do esporte, representantes do mundo inteiro, um momento de competição saudável, sem guerras, bombas e sangue derramado.
Fica a torcida para que a tão esperado Olimpíada seja um movimento de paz, integração e descoberta de talentos entre os atletas. As diferenças entre os paises devem ser esquecidas, no esporte não deve existir espaço para divergências fora das competições.
Afinal, os jogos olímpicos surgiram a mais de 1.232 anos e não podem ser estragados por desacordo e problemas existentes entre paises.
Escrito por Alice Albuquerque às 13h29
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